Um processo da Universal Music contra o Grooveshark pode custar mais de US$ 17 bilhões ao serviço de música online. A gravadora, que tem no seu portfolio artistas como Lady Gaga e Justin Bieber, está processando o site, que permite que as pessoas ouçam música via streaming, por ter hospedado mais de 113 mil canções ilegalmente. Para cada faixa, a Universal pede recomepensa de US$ 150 mil. As informações são do site do semanário inglês NME.
De acordo com fontes que tiveram acesso aos autos, a Universal tomou a decisão de entrar na Justiça após obter e-mails e documentos provando que funcionários do Grooveshark piratearam músicas em seu serviço. Marshall Custer, advogado do Grooveshark, defende seu cliente alegando que a gigante da indústria fonográfica se baseou em "em um comentário de blog anônimo e descaradamente falso". Marshall acusa a companhia de "deturpar grosseiramente as informações que o Grooveshark cedeu a Universal".
"Nós revisamos a reclamação que a Universal Music Group registrou na última sexta-feira contra o Grooveshark, no Tribunal Distrital de Manhattan, nos Estados Unidos. As reivindicações da Universal se baseiam quase que inteiramente em um comentário de blog anônimo e descaradamente falso e na deturpação grosseira das informações que o Grooveshark cedeu a Universal.
Apesar de a Universal estar envolver deliberadamente os meios de comunicação antes de apresentar uma cópia do processo ao Grooveshark, o Grooveshark pretende lutar esta batalha somente perante o Tribunal, não na imprensa. O Grooveshark agradece a oportunidade de apresentar os fatos à corte e tem total confiança de que o processo irá prevalecer em litígio".
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